terça-feira, 30 de setembro de 2008

Uma nova era se aproxima?



ESPERO NÃO FALAR sobre o futuro do nosso planeta, nem o destino de nossa seleção de futebol e muito menos de novos rumos da política, mas sim da minha humilde e simples VIDA. Novos caminhos vêm surgindo, chega o momento de uma decisão séria e sensata e ela se concretiza. Porém, são caminhos opostos, em um alegria, firmeza e disposição, noutro, desconfiança, indecisão e pureza e num outro ponto, desejo, dúvida e imparcialidade.
Como sabemos, não há caminho perfeito ou que não haja volta, mas podemos presumir e previnir espinhos, a inércia e até a certeza do incerto. Mesmo assim, machucamos nossos pés porque em alguns casos somos encurralados por nós mesmos e a decisão por muito analisada acaba saindo pela culatra em momentos de surto. Embora isso ocorra, não é o caso.
Oportunidades houveram até em excesso, houve muita aposta no "amor verdadeiro", mas infelizmentee nem isso pôde suportar a incerteza do 'fico ou não'. Toda consequência tem uma causa, as coisas não acontecem por acaso, se você faz o bem não espere nada em troca, mas consequentemente o bem é retribuído de uma forma ou de outra, a lei do universo é infálivel.
Então, eis que as decisões requerem responsabilidade, é preciso que se focalize os olhos no horizonte e não tenha medo de errar, pois somente assim estará realmente DECIDINDO O PRÓXIMO PASSO.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007


Θ Milagre Ξ



Será que realmente existem, ou melhor, acontecem? Uma coisa é certa, não há milagre que levante um ser desprovido de ambição. Milagres são para os tolos que preferem se agarrar a uma força supostamente maior do que confiar na própria consciência. É comum ouvirmos “isso foi um milagre, graças a Deus”, maior prova de incapacidade, é o mesmo que afirmar “eu sou incapaz, não fosse essa ajuda divina estaria perdido”. Será que realmente Deus ou qualquer outra divindade que seja fornece milagres? E mais, porque alguns vivem cheios de milagres e outros coitados passam anos ou décadas sem nenhum? Onde está a igualdade? Creio que isso seja questão de fé, enquanto há aquele que prefere confiar e se apegar ao desconhecido ou fato ilusório, também há aquele que prefere ditar suas próprias regras, ou seja, a si mesmo, seu próprio banco de dados. Mas por outro lado temos algo que há de se levar em conta, quando uma pessoa acredita muito numa coisa que parece impossível de acontecer, deposita toda sua fé naquilo, o resultado positivo acaba se tornando um milagre propriamente dito, pois era improvável, automaticamente acaba-se transferindo essa utopia mágica a algum santo de nome referente a cada tipo de problema. É incrível o poder da necessidade, no momento de fraqueza o lobo vira cordeiro ou o cordeiro vira lobo, quando a coisa aperta o primeiro nome que vem em mente é o daquele um “lá de cima”. Difícil é saber quem está certo, aquele que usa a Bíblia como travesseiro ou o que reza somente quando precisa e pede mais do que agradece, o fanático ou o sarcástico, o que realmente acredita ou o que apenas acha bonito e se guia pela massa. Posso afirmar o seguinte, não há milagre capaz de mover o fluxo de águas de um rio se o mesmo não quiser ser mudado, nada vem de graça, tudo tem seu preço, deve-se pagar por ele, experimente ficar deitado na sua cama pensando em milagres e depois venham me dizer quantos santos o ajudaram. Há uma grande diferença entre ter fé/acreditar e materializar o pensamento Ideal de q viver na utopia do ‘se eu pudesse’.


domingo, 4 de novembro de 2007

DESTINO



Será que existe mesmo? Ou é uma coisa que nos apegamos para tentar explicar algumas fatos decorrentes em nossas vidas, como por exemplo, a morte? Um exemplo bem clássico que costumamos ouvir, “era a hora dela, quando chega a hora da pessoa morrer ela pode estar sentada sem risco nenhum que acontece alguma coisa e ela morre”. Mas vamos a outro exemplo, dentro de um avião com 200 passageiros chegou a hora do piloto morrer, a vida para ele acaba ali, o avião cai ninguém sobrevivi, então era hora de todos morrerem? Coincidência? O ser humano tem a mania de se apegar ao mito para poder explicar fatos inexplicáveis até então, de uma forma fantasiosa. Se vê um vulto é um fantasma, qualquer ruído dentro de casa é a casa mal-assombrada, se aparece alguma imagem em algum objeto, parecida com uma santa ou algo assim, é um milagre. Nossa mente tende a se basear em fantasias para podermos tentar entender o que vemos ou sentimos. O que há antes ou após dessa vida é um exemplo, uns pensam que vamos para o céu ou inferno, outros pensam que teremos que voltar para essa vida, tentar aprender o que não aprendemos até então e evoluir espiritualmente. O fato é que, o destino existe mas, ele não é pré definido, creio que não nascemos com um rumo traçado. Nossa vida é decidida a cada passo que damos, ou estamos certos ou errados e devemos nos responsabilizar por isso. O dia-a-dia defini o que seremos no futuro e de acordo com nossas ações o destino vai sendo “escrito”, se hoje, por exemplo, eu me matasse esse seria o meu fim o meu destino mas, não que isso tenha sido definido no meu nascimento. Porém, de qualquer forma é um destino, eu me matei, talvez tenha interrompido o fluxo normal da minha vida ou talvez esse realmente deveria ser o meu fim. Portanto, nos baseamos em mitos desde a infância para entendermos coisas que não conhecemos. Porém, o mito na fase adulta pode ser muito perigoso, alguém já pensou se fizemos tudo o que pensamos? Simplesmente seria um caos, uma das maiores tragédias da humanidade foi causada por um simples mito, um tal Adolf Hitler assassinou e mutilou milhões de pessoas por acreditar que existia uma raça pura. Então esse foi o destino dessas tantas almas, será que havia chegado a hora de todo mundo ao mesmo tempo, no mesmo lugar ou foi coisa do destino? Isso só saberemos o dia que formos “tragados” pelo destino.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007


“MEU CORAÇÃO NÃO ME OBEDECE!”

Alguém já parou pra pensar que o coração é um órgão comum que apenas controla o fluxo de sangue no nosso corpo? Que ele não tem poder de decisão sobre nossos sentimentos como o amor ou o ódio, por exemplo. Então porque a maioria de nós as vezes diz que não se pode mandar no coração, ou seja, ter o controle sobre nossa escolha amorosa? Será que na verdade a “peça” principal não seria o cérebro? Ele é responsável pela execução de todo e qualquer movimento e especula-se que tenhamos usado muito pouco de sua real capacidade até hoje. Há pessoas que ainda acreditam que o coração tem aquele formato de... coração e que ele fica do lado esquerdo do peito. Mas porque então ele acelera seu batimento conforme a situação, como por exemplo um susto ou um constrangimento? Acredito, que seja simplesmente uma autodefesa, ele envia para o cérebro um sinal de que algo está acontecendo fazendo com que o sangue seja bombeado com mais intensidade para alguma parte específica. Quando ficamos com o rosto vermelho de vergonha com sensação de inchaço, é como se aquele local estivesse exposto a algum ataque, no caso dos olhares cômicos de outras pessoas. Com todo respeito, mas como será que o órgão sexual masculino fica ereto? Será que se enche de ar e infla, ou é o coração que envia um sinal para o cérebro “dizendo” que algo está para acontecer por ali? Se pudéssemos fazer uma comparação entre nosso corpo e o computador chegaríamos a seguinte conclusão: o coração seria a placa mãe, onde todos outros dispositivos (órgãos) ficam ligados por meio de cabos (veias) e o cérebro seria o processador, pois todos os comandos são enviados a ele e dependem de sua resposta. Então não existe um sistema sem o processador (cérebro) e nem a placa mãe (coração). Nossos sentimentos envolvem os sentidos, primeiramente a visão, após a audição e olfato e finalmente o tato e paladar, que são captados por quem mesmo? O cérebro. E quando se chega a esse ponto a situação fica realmente complicada, não temos mais controle e somos dominados por nossos sentidos principais. Dessa forma só nos resta culpar “alguém” por isso ou aceitar e deixar o orgulho de lado, mas quem sempre é o culpado? O coração. Portanto, ao invés de culpá-lo injustamente vamos procurar entender o que se passa ao nosso redor primeiramente, aceitar que não somos tão fortes para nunca cair e nem tão fracos para nunca levantar. Pois é mania jogar a responsabilidade no colo do próximo e fingir que nada aconteceu. Por outro lado, pelo menos temos a quem culpar agora, o nosso CÉREBRO.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007


“Quer teclar comigo?”


Alguém já parou para pensar o quão importante é a comunicação? Sem ela será que seria possível chegarmos tão longe ou até mesmo pedirmos um copo d’água? Talvez sim, mas muito complicado seria. Devido a essa dificuldade de contato entre cidades e/ou países, inventaram o telefone que possibilitava o contato direto por voz substituindo em termos as cartas. Independente de quem tenha inventado, ou melhor, patenteado sua licença ele foi com certeza uma das grandes evoluções do homem. Nessa linha de pensamento é impossível não citarmos a Internet, simplesmente fantástico, como pode ser possível acessar de dentro de nossa casa um endereço eletrônico lá de Bangladesh? Ela que foi inventada com objetivo de facilitar a troca de informações militares durante o período da Segunda Guerra Mundial, era rudimentar na época, mas acabou se popularizando de tal forma que hoje é um grande fenômeno. Uma rede mundial onde estão interligados milhões de PCs (Personal Computers), possibilitando a troca de dados com extrema facilidade, simplicidade, eficiência e rapidez. Como seria, por exemplo, o envio de relatórios da filial de uma empresa aqui no Brasil para sua sede em Vladivostok por correio? Creio que muito trabalhoso e demorado, com a Internet alguns cliques são suficientes ou até mesmo a conversa por áudio e vídeo direto com outras pessoas em uma videoconferência. Infelizmente muitos não sabem utilizar o recurso poderosíssimo que tem em mãos, preferem “poluir” com pornografia ou vírus, por exemplo. Outro recurso interessante da Internet são os famosos chats, pessoas chegam a ficar horas em uma sala “tc” com outras que nunca viram ou sabem quem são. O controverso é que dificilmente encontram-se pessoas sérias com objetivo realmente de fazer novas amizades, a maioria “GATO_CAM” ou “GOSTOSA_CAM” são usuários fantasmas que preferem esconder sua verdadeira identidade. Portanto, é possível conseguir amigos digitais sem nem mesmo conhecê-los pessoalmente, basta ser verdadeiro, não inventar só para agradar. Quanto ao Orkut aprenda a usá-lo em vez de só enviar recados de mensagens copiadas e no MSN procure listar apenas contatos úteis que não o utilizem apenas para dizer “oi td bem”. De um jeito ou de outro, querendo ou não, a Net já faz parte de nossa vida diária e basta saber utilizá-la. Falando nisso, preciso ir, tem gente me chamando à atenção.


quinta-feira, 9 de agosto de 2007


“P-a-l-a-v-r-ã-o”

Quem disse que é proibido xingar? Porque algumas palavras ofendem e outras não se são apenas palavras? É difícil definir o que é um xingamento, porque uma palavra como “Caralho” é um palavrão, como se diz, e “Amizade” por exemplo não. Acontece que essas definições não vem de hoje, todo tipo de palavra sofre alterações com o tempo, temos como exemplo o chamado neologismo que, trata-se da derivação de palavras em cima das já existentes. Uma coisa me deixa intrigado, será que ofendemos as pessoas pelo que falamos pra elas ou pelo sentimento que temos contra elas? Faz diferença eu chegar em alguém e dizer “eu te adoro” sendo que por dentro não suporto aquela pessoa? Ou então como fazemos muitas vezes, “xingamos” alguém que gostamos simplesmente da boca pra fora porque estamos nervosos. Particularmente acredito na força do que dizemos, nossas palavras tem poder, podem influenciar uma pessoa, ajudar, atrapalhar, apoiar, criticar, mas sinceramente o ato de xingar é uma bobagem. Logicamente eu me sentiria ofendido com um “seu filho da puta”, mas quem colocou isso na nossa cabeça? Quem foi que disse que isso é uma ofensa? Que não podemos falar senão seremos boca suja ou estaremos ofendendo alguém, outro fato interessante é que quando xingamos parecemos estar descarregando energias negativas, mas certamente não sairemos gritando besteiras por aí. Isso é fato, o que aqui pode ser uma ofensa em outro país pode ser um elogio ou nome de objeto, é a derivação cultural e étnica. As pessoas têm costume de rotular as coisas, preferem seguir idéias de segundos do que criar as suas próprias, esse é mais um exemplo disso, tais palavras começaram a serem usadas freqüentemente obviamente para ofender que, acabaram tomando derivações que as caracterizam hoje como “palavrões”. Temos alguns grandes exemplos disso como “rapariga” que, em Portugal tem o sentido de mulher nova, moça, enquanto aqui no Brasil teve o sentido meio que deformado. Geralmente é utilizada para ofender a integridade sexual das mulheres, principalmente por jovens que não tem a mínima idéia do que estão dizendo e outros mais ignorantes ainda que se sentem ofendidos. Portanto, creio que os palavrões na verdade são derivações de outras palavras criadas pelas próprias pessoas que, adoram usar para descarregar sua “raiva” ou até usam tão freqüentemente que acaba virando uma grande brincadeira, ninguém mais se importa. Como seria se começássemos a nos cumprimentar com um “oi, filho da puta” ou “boa noite seus idiotas” ? Confesso, nem eu nem ninguém iria gostar, mas seria apenas uma questão de adaptação, afinal o ser humano é muito maleável e as vezes aceita de tudo por mais estranho ou humilhante que seja.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007


"VOTE EM MIM"

Para que serve a Política? Por qual motivo foi desenvolvida? A Política é uma ciência, criada com objetivo de organizar a sociedade devido ao crescimento populacional e a necessidade de se escolherem comandantes para representar o povo. A partir desse princípio então num sistema democrático as pessoas poderiam escolher seus representantes perante eleições públicas. Mas, as coisas realmente aconteceram dessa forma? E na situação atual, quais as manchetes mais frequentes sobre nossos “políticos”? A verdade é que, com todo respeito, nossos representantes em grande maioria são senhores de idade avançada que não tem noção do que realmente é a Política. Pessoas que estão preocupadas apenas com seu salário, não tem estudo acadêmico sobre o que fazem, estão ali apenas por influência ou por conhecer alguém que conhece alguém. Tomemos por exemplo o caso de professores e deputados. Os primeiros são responsáveis pela formação de praticamente todas classes profissionais, sem eles não veríamos advogados, médicos, arquitetos ou engenheiros exercendo profissão. Esses na maioria das vezes ganham muito mais que seus mestres. Por outro lado temos os políticos, deputados principalmente que, ganham salários exorbitantes, já não têm mais a credibilidade do povo e o que é pior, se recusam a elevar os salários da classe de professores enquanto o seu periodicamente é reajustado. Dessa forma, a esperança é que o sistema político nacional se renove, incorporando pessoas que estudaram para aquilo, pois do contrário palavras como “corrupção” e “mensalão” serão frequentes durante os noticiários. Nenhum tipo de sistema pode ter sucesso se as pessoas integrantes não tiverem capacidade suficiente para isso, um hospital necessita de médicos e enfermeiros, uma empresa necessita de administradores, uma universidade de professores assim como um senado necessita de Políticos e não leigos que pensam que, o conhecimento está ligado basicamente à idade e os cabelos brancos. O Brasil é um país imenso, muito rico, para onde vai essa riqueza toda? Como tanta gente ainda pode passar fome se somos um dos maiores produtores de grãos do mundo? Será que se nossos políticos estudassem um pouquinho poderiam mudar a historia do futuro próximo? Distribuir melhor a renda, por exemplo?Portanto, enquanto eles pensarem somente em encher o bolso nós sofreremos os efeitos colaterais, podendo apenas mudar isso nas eleições, valorizando o voto, mas infelizmente há aquele que ainda se vende por uma cesta básica. Será então que a culpa disso também é da própria população que, ao invés de garantir seu futuro prefere garantir o presente?


MEU NOME É DEUS

Quem é Deus? Onde ele vive? Onde ele está agora? Será que seu nome realmente é Deus? Com certeza a maioria de nós já pensou nisso, se realmente há alguma força maior nesse mundo controlando tudo e olhando por nós. Será que realmente iremos para o “céu” ou “inferno”? Ou vivemos essas duas situações opostas no nosso dia-a-dia? Se ele é tão justo, como uma pessoa pode sofrer tanto enquanto outra goza de momentos felizes? Será que na verdade nós mesmos não fazemos nossos momentos, decidimos nosso rumo? Existem hoje muitas religiões com ponto de vista diferentes que acreditam basicamente na mesma coisa, essa herança religiosa vem desde nossos antepassados que diziam meu filho tem que ir à igreja, mas qual a diferença entre as paredes de uma igreja e as do nosso próprio lar? Se somos tão fiéis precisamos provar isso publicamente em cerimônias tradicionalmente repetitivas? E quem foi Jesus Cristo? O maior líder que o mundo conheceu, moveu multidões, pois tinha um ideal, foi a luta, deu a vida por isso como outros líderes. Um homem de carne e osso como nós que se desprendeu do materialismo para mostrar ao povo que aquilo não levava a nada, o importante é a evolução do espírito. Será que a igreja se apoiou nessa “fama” para por todos aos seus pés dizendo ser a salvação? Colocando Cristo como um ser divino que, morreu, ressuscitou, foi para o “céu” e de lá olha pelo mundo. Se observarmos os Gregos, por exemplo, tinham centenas de deuses onde o principal deles era Zeus (Deus), qual a diferença? Lembremos do período em que os padres cobravam indigências dos ricos como garantia de que os mesmos iriam para o “céu”, de onde será que vem toda a riqueza do Vaticano? Quem garante também que não tenham de certa forma alterado a própria Bíblia? Entretanto, temos dentro de nós uma força muito grande que, nos impulsiona e sussurra pra nossa alma que somos capazes de alcançar o que sonhamos. Essa força talvez seja o “Deus” que acreditamos, ou melhor que a Igreja ou nossa própria família nos fizeram confiar. Talvez as pessoas não mudem o modo de pensar simplesmente porque seria muito difícil aceitar que, o que elas acreditaram durante milênios simplesmente não é bem do jeito que pensavam ser. Isso sim, seria uma grande revolução. Sei também que se ele realmente existir vai estar olhando por mim agora, saberá que isso é apenas um questionamento e não uma injúria. Portanto, não sabemos e talvez nunca saberemos a real verdade, posso estar certo como também posso estar errado, ninguém é perfeito, mas pelo menos não vivo alienado e tenho direito de saber de onde eu vim e qual meu objetivo.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Dia 16


Criei um novo blog em que espero postar uma história futurista fictícia sobre o futuro do planeta, estou trabalhando muito em cima disso, pois espero conseguir alguma oportunidade e também desenvolver minha escrita.

domingo, 1 de julho de 2007

Dia 15

Minha cabeça está uma bagunça, nem sei mais o que penso, meus neorônios estão latejando a ponto de explodir como uma bomba relógio, o motivo disso tudo... não sei estava entusiasmado e recebi uma notícia que me deixou meio que nervoso, extressado, triste e agoniado tudo ao mesmo tempo. Nada definitivo mais foi o bastante pra me lembrar de fatos desanimadores do passado, mas "bola pra frente" não vale mais a pena ficar me lamentando do que acontece porque isso é coisa de perdedor, de quem quando não consegue alguma coisa fica colocando a culpa nos outros. Infelizmente em algumas situações não podemos fazer nada pra que ela mude, apenas esperamos a decisão de alguém e quando a mesma não agrada, as reações são adversas, eu, por exemplo, ficaria "puto da vida" a algum tempo atrás, mas agora deixo o tempo resolver tudo pra mim.